Perdidos 5×01: Because You Left
Postado por SKJ.
Como prometido o resumo completo do primeiro episódio da quinta temporada de Perdidos. Um grande... grande episódio, hora vejam...

Haveria melhor maneira de começar a nova temporada do que com um despertador a tocar as 8:15 (dois dos números “malditos”)? Houvesse ainda um bebé a chora e um homem a levanta-se, para lhe dar de comer. Depois do homem sair de casa, descobrimos que ele é o Dr. Marvin Candle. e que está na vila Dharma. Ele começa a gravar um filme de Orientação da estação Flecha, mas é rapidamente interrompido por alguém que o chama “Dr. Chang”.

Descobrimos, então, que há um problema na estação Orquídea. Eles dirigem-se para lá e é comunicado ao Dr. Chang que há uma das paredes da estação que os trabalhadores não conseguem perfurar e através de uma imagem de raio-x, é mostrada uma roda do outro da parede. A roda é a mesma que Ben gira no fim da quarta temporada para mover a Ilha. O chefe da obra quer explodir a parede, mas Chang não deixa, explicando que, por trás dela, há energia que querem utilizar para manipular o tempo, dizendo também que há regras que impedem de regressar e fazer o que quiser. No chão, caído, um funcionário com o nariz sangrando é socorrido, e Chang vai contra outro funcionário da Dharma, nada mais, nada menos, do que Daniel Faraday...

Jack e Ben continuam a conversar diante do corpo de Locke/Jeremy Bentham. Ben pretende levar o corpo de Locke dali, e Jack pergunta-lhe porque é que tudo aquilo aconteceu, sendo que Bem responde que foi por causa deles terem saído da Ilha.

Já noutro local, que poderá ser a casa de Jack, Ben conta-lhe que o plano é reunir todos os que saíram da Ilha e faze-los voltar. Ele diz, ainda, que a última vez que viu Locke foi na ilha, e Jack diz que Locke lhe contou que, caso eles não voltem, os que ficaram para trás morreriam. Acrescentando que Locke não contou o que aconteceu após a partida deles…

Voltamos, então, três anos e revemos a cena de Ben girando a roda. Locke, logo após o clarão e o barulho ensurdecedor, fica sozinho na floresta, pois os Outros desaparecem. No mar, Faraday, próximo à ilha, diz que eles provavelmente estavam “dentro do raio de acção”. Na praia, Sawyer e Juliet notam que o barco desapareceu. E Bernard aparece-se, dizendo que o acampamento também desapareceu.

Eles confirmam o desaparecimento, mas logo aparece Daniel Faraday que garante que nada desapareceu, e que o eles precisam de ir para um local construído pelo homem. Juliet sugere a estação Cisne, ele aceita e os pede que eles sejam rápidos, pois aquilo pode acontecer novamente. Diante de Sawyer, que parece farto de não ter nenhum tipo de justificação, ele explica por que o acampamento não desapareceu, porque simplesmente ainda não tinha sido construído.

Fora da Ilha, vemos Kate, na sua casa. Ela recebe a visita de dois advogados, que mostram um mandato para um teste de DNA para comprovar o se ela é de facto a mãe de Aaron. Eles não dizem quem é o cliente deles. Ela recusa-se a cooperar e expulsa-os da casa. Logo que eles vão embora, ela apressa-se, a pega em dinheiro e numa pistola, fazendo as malas e saindo com Aaron, dizendo que “vão fazer umas férias”.

Na ilha, a caminho da Cisne, Sawyer e Faraday continuam a discutir, pois o primeiro exige uma explicação, e Faraday diz que naquele momento isso não é uma prioridade, e que mesmo que ele explica-se eles não iam perceber, o que leva a que Sawyer lhe dê uma bofetada.

Noutro lado da ilha, Locke caminha pelo mato quando testemunha o acidente de um avião. O avião deixa cair uma estátua de Nossa Senhora e ele percebe que é a avioneta nigeriana que tinha no interior o irmão de Mr. Eko. Ele corre para o local, mas não consegue subir o monte, porque a meio leva um tiro que o faz cair. Logo o homem que atirou aproxima-se: é Ethan. Locke diz que o conhece, diz o nome do dele e conta que Ben o indicou para ser o seu líder. Ethan diz que aquilo é ridículo e, quando se prepara para atirar em Locke, vemos outro clarão e… e o tempo volta a mudar... O grupo de Sawyer também vê o novo clarão, e reaparece à noite. Faraday diz que a Ilha anda a “saltar” no tempo e que eles podem estar no passado ou no futuro.

Fora da ilha, Sun aparece em um aeroporto. Após fazer o check-in, ela é levada para uma sala, e lá está Charles Widmore. Ele pergunta quais seriam os interesses que ela podia compartilhar com ele. A resposta é bastante simples: “Matar Benjamin Linus”.

Hurley e Sayid estão juntos e chegam ao que parece ser um hotel. Sayid conta que trabalhou para Ben nos últimos dois anos, que ficou muito afectado com isso e recomenda a Hurley que, se Ben se cruzar com ele e mandá-lo fazer algo, que faça o oposto. Ao chegar à porta do seu quarto, Sayid percebe que está alguém lá dentro. Ele acaba por matar os dois intrusos, isto apesar de ter sido atingido por dardos. Fora do quarto, Hurley pega numa arma e olha para fora. É visto por alguns moradores que pensam que ele é o assassino de um dos homem que caiu da varanda do prédio. Ele vai para dentro do apartamento e ajuda Sayid, levando-o para o carro.

O grupo de Sawyer chega ao buraco onde um dia a estação Cisne esteve. Faraday conclui que eles estão em um momento após a queda do avião, e que o acampamento da praia deve estar lá. Sawyer quer voltar, para ver se eles estão no momento anterior ao do voo do helicóptero para tentar impedir Jack e os outros de partirem, mas Faraday explica que não é possível mudar o passado. Sawyer pergunta como ele sabe tanto sobre o assunto, e Faraday mostra o seu diário, com tudo o que ele aprendeu sobre a Dharma, e é por isso que ele está ali. Sawyer pergunta como eles podem parar aquilo, e Faraday diz que não podem.

Longe dali, Locke continua sozinho na mata, próximo aos destroços da avioneta. Ele vai até ele e pega num dos cintos de segurança para tentar estancar o sangue da perna, que foi atingida pelo tiro. E enquanto descansava, é encontrado por Richard Alpert. Locke pergunta a ele o que está acontecer, e Alpert diz que precisa tirar-lhe a bala da perna. Locke diz que não disse que tinha uma bala na perna, sendo que Richard diz que ele não disse, mas dirá. Depois de o tratar, Alpert diz a ilha irá curar o ferimento de Locke, e que da próxima vez que eles se encontrarem, ele não irá reconhecê-lo. Alpert entrega e ele uma bússola, dizendo que a entregue quando eles se voltarem a encontrar, pois só assim ele o reconhecerá. Ele lamenta não ter tempo para explicar tudo e afirma que o único jeito de salvar a Ilha é trazer de volta os que saíram dela, e que terá de ser Locke a fazer isso. Locke pergunta como o fará, ao que Alpert responde que Locke terá de morrer para isso. Temos de novo um clarão e... Locke volta a estar sozinho, desta vez em plena luz do dia.

O grupo de Sawyer observa os destroços da escotilha. Sob os olhos atentos de Faraday, Juliet explica que, ali, morava um homem chamado Desmond, que apertava um botão de 108 em 108 minutos para salvar o mundo. De repente, eles ouvem, também, o barulho ensurdecedor, e temos o novo clarão, que os leva também para pela luz do dia. Os destroços da escotilha desapareceram e, no seu lugar, Juliet encontra a porta da escotilha - a mesma, que Boone e Locke encontraram na primeira temporada.

Sawyer diz que até a porta dos fundos buscar mantimentos. Desmond vai atrás dele dizendo que não adiantará tentar falar com Desmond, já que o escocês não os conhecia naquela época e que, por eles terem se conhecido só depois, não poderão se conhecer antes do que já aconteceu. Não ligando nenhuma, Sawyer bate à porta. Faraday insiste que se não aconteceu, não acontecerá.
Sawyer passa-se e pegando Faraday pelo colarinhos, Sawyer dizendo que todos com que se importava explodiram no barco e que ele sabia que não podia mudar isso. Mais calma, Juliet convence-o a voltar à praia.

O grupo afasta-se, com Faraday e Charlotte a ficarem perto da entrada da escotilha. E, nisso, ele repara que o nariz dela começa a sangrar. Ele fica priocupado, mas tenta disfarçar. Ela diz que sangra do nariz desde pequena e que é melhor acompanharem o resto do grupo, mas Faraday diz que esqueceu da bolsa perto da outra entrada da escotilha, e que é melhor ela ir andando.

Faraday encontra a bolsa, pega no diário e começa a folhea-lo… depois vai até a porta da escotilha, e começa a bater. É recebido por um Desmond, armado e com o facto anti-químicos (não sei a designação correcta). Faraday explica que Desmond é a única pessoa que os pode ajudar, pois as regras não se aplicam a ele. Diz mesmo que Desmond é especial e que ele deve-o ir procurar a Oxford, onde se conheceram, e que deve procurar pela mãe dele. Quando se prepara para dizer o nome da senhora, temos um novo clarão...

Vimos, então, Desmond deitado, e aparentemente terá sonhado com aquilo que Faraday disse. Ao seu lado, Penny acorda e pergunta se está tudo bem. Ele conta que estava na Ilha, e que não foi um sonho, e sim uma “lembrança”.

Desmond levanta-se, e descobrimos que eles estão no barco de Penny, e que este começa a içar a vela do barco para o pôr em movimento. Em seguida, Penny pergunta para onde é que vão e ele responde, muito simplesmente: “Oxford”.

O episódio termina assim, mas como tivemos dose dupla, farei os comentários ao episódio juntamente com o resumo do segundo episódio.

-> Como sempre o crédito das imagens vai para o Naufrago. Podem visitá-lo aqui.

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